Fórum Nacional de Habitação Discute Financiamento e Soluções Urbanas no Segundo Dia de Debates
Curitiba-PR – 05 de dezembro de 2024
O segundo dia do 71º Fórum Nacional de Habitação de Interesse Social foi marcado por discussões sobre fontes de recursos, revitalização urbana e o papel estratégico do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) no financiamento habitacional e de infraestrutura. O evento reuniu autoridades, especialistas e representantes de Estados e Municípios para debater soluções integradas para o déficit habitacional no Brasil.
Fontes de Financiamento e Modelos de Parceria
A manhã começou com uma análise detalhada das fontes de recursos para obras de habitação, saneamento e infraestrutura. O PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), o FGTS e o Pró-Moradia foram apresentados como pilares fundamentais, com explicações de Antonio Vladimir Moura Lima, do Ministério das Cidades, e Mirna Quinderé Belmino Chaves, diretora de Habitação Rural.
O debate também incluiu propostas para a participação de municípios e o uso de parcerias público-privadas (PPPs). Thais Paola Grandi, do BRDE, e Kerwin Kuhlemann, da Cohapar, destacaram caminhos para o acesso a recursos internacionais, com ênfase no caso do Paraná, que tem se consolidado como exemplo de eficiência na captação de financiamentos.
Casos de Sucesso em Revitalização Urbana
Em seguida, líderes municipais compartilharam experiências bem-sucedidas de revitalização urbana. Reinaldo Iapequino, presidente da CDHU, André Machado, de Porto Alegre, e Ulysses Arêas, de Salvador, apresentaram ações integradas que aliam habitação social a melhorias nos centros urbanos.
Investimentos e Sustentabilidade do FGTS
À tarde, o programa Periferia Viva foi apresentado por Henrique Soares Rabelo Adriano, do Ministério das Cidades. A iniciativa prevê investimentos robustos em 2025 para urbanização e parcerias com Estados e municípios, fortalecendo a moradia digna nas regiões periféricas.
O evento foi encerrado com um painel sobre a sustentabilidade do FGTS.








Curitiba-PR – 05 de dezembro de 2024
O segundo dia do 71º Fórum Nacional de Habitação de Interesse Social foi marcado por discussões sobre fontes de recursos, revitalização urbana e o papel estratégico do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) no financiamento habitacional e de infraestrutura. O evento reuniu autoridades, especialistas e representantes de Estados e Municípios para debater soluções integradas para o déficit habitacional no Brasil.
Fontes de Financiamento e Modelos de Parceria
A manhã começou com uma análise detalhada das fontes de recursos para obras de habitação, saneamento e infraestrutura. O PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), o FGTS e o Pró-Moradia foram apresentados como pilares fundamentais, com explicações de Antonio Vladimir Moura Lima, do Ministério das Cidades, e Mirna Quinderé Belmino Chaves, diretora de Habitação Rural.
O debate também incluiu propostas para a participação de municípios e o uso de parcerias público-privadas (PPPs). Thais Paola Grandi, do BRDE, e Kerwin Kuhlemann, da Cohapar, destacaram caminhos para o acesso a recursos internacionais, com ênfase no caso do Paraná, que tem se consolidado como exemplo de eficiência na captação de financiamentos.
Casos de Sucesso em Revitalização Urbana
Em seguida, líderes municipais compartilharam experiências bem-sucedidas de revitalização urbana. Reinaldo Iapequino, presidente da CDHU, André Machado, de Porto Alegre, e Ulysses Arêas, de Salvador, apresentaram ações integradas que aliam habitação social a melhorias nos centros urbanos.
Investimentos e Sustentabilidade do FGTS
À tarde, o programa Periferia Viva foi apresentado por Henrique Soares Rabelo Adriano, do Ministério das Cidades. A iniciativa prevê investimentos robustos em 2025 para urbanização e parcerias com Estados e municípios, fortalecendo a moradia digna nas regiões periféricas.
O evento foi encerrado com um painel sobre a sustentabilidade do FGTS.







